Começou esta semana a Rota 25, caravana das alas jovens dos partidos que formam a Coligação “As pessoas em primeiro lugar”. A caravana visitará diversas cidades do Estado, com material especifico para os jovens. Engajados e unidos em torno da candidatura de Raimundo Colombo e Eduardo Pinho Moreira, além de Luiz Henrique e Paulo Bauer, representantes da juventude irão ouvir os jovens cidadãos, a fim de reunir idéias e construir um documento para fazer parte da agenda de governo de Colombo.
Nas ruas, nas escolas, nas universidades, até em quadras de esportes, os jovens do Movimento Rota 25 - Juventude na Estrada com Raimundo - vão recolher as opiniões das pessoas acerca de como acham que o governo estadual pode ajudar no desenvolvimento de Santa Catarina. “Queremos incentivar as pessoas a participarem do projeto de formar uma agenda de governo. Queremos que os jovens digam onde querem ver investimentos sendo feitos na sua cidade”, explica o presidente estadual da JPMDB, José Thomé.
Após percorrer as cidades e recolher a demanda, o material será entregue pessoalmente a Raimundo Colombo. “Conhecemos as propostas dele e a vontade que tem de fazer as pessoas participarem da política. Assim, queremos, também, fazer a nossa parte, para inserir o jovem nesse processo”, afirma o presidente estadual da JDEM, Alan Schoeninger.
JOVENS UNIDOS
A parceria entre os jovens das siglas PMDB, PSDB, DEM, PPS e PTB em prol de Colombo e Eduardo foi firmada no início de julho, por meio de uma carta aberta, assinada pelos presidentes das alas jovens e divulgada nas redes sociais. A proposta dos militantes é fortalecer a coligação, com ações em todo Estado, dirigidas à juventude. “Vimos unidos aqui por acreditar que Santa Catarina e o Brasil podem muito mais”, afirmou o presidente da juventude do PSDB, Índio da Silva.
O reconhecimento dos jovens em torno do candidato Raimundo Colombo é fruto do trabalho realizado no Senado, onde Colombo batalhou até que a PEC da Juventude fosse aprovada. A proposta garante direitos constitucionais aos jovens que têm entre 18 e 29 anos e abre espaço para a criação de políticas públicas específicas para essa faixa etária, que enfrenta desafios como o primeiro emprego e os altos índices de violência.
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